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Metalúrgica de Mauá fecha abono de R$ 1.300,00

O Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá tem realizado assembleias todos os dias com a classe trabalhadora a fim de definir o valor do abono salarial. Os acordos são firmados individualmente, por empresa. Ontem, foi a vez da Jardim Sistemas, instalada em Mauá.

Na ocasião, 350 empregados aprovaram o abono no valor de R$ 1.300. Inicialmente, os metalúrgicos pediam R$ 1.500. “A negociação não foi difícil. No entanto, do ano passado para este, o quadro de funcionários da empresa cresceu, o que acaba barrando a negociação para abono maior”, aponta o presidente do sindicato, Cícero Firmino, o Martinha.

A base do sindicato é composta por cerca de 8.000 trabalhadores – o que soma 600 companhias. “Empresas maiores (cerca de 40) correspondem a 80% de toda a categoria”, explica o sindicalista.
Hoje mais três assembleias serão realizadas para a votação do benefício. Os 800 trabalhadores da Polimetri, de Mauá, votarão a proposta que será apresentada. Por enquanto, os trabalhadores recusaram o benefício de R$ 1.500,00.

Outra empresa metalúrgica que ainda não firmou o valor do abono é a Alcoa, de Santo André. Até agora, a companhia não propôs nenhuma quantia. “Por causa disso, provavelmente, os funcionários irão determinar estado de greve e votarão a decisão em assembleia. Mesmo assim, continuamos aguardando negociação”, enfatiza Martinha. O quadro de funcionários da companhia é composto por 400 pessoas.
PROTESTO – Desde ontem, os metalúrgicos da Tupi Fundições, de Mauá, realizam paralisação na produção, por duas horas, em todos os turnos. Na tarde de hoje, a classe trabalhista irá discutir quais serão os demais passos do protesto, uma vez que, recusaram o abono de R$ 500 (para aqueles que recebem até R$ 2.000), proposto pela empresa. “A ideia é que até janeiro consigamos fechar todos os abonos das empresas de nossa base sindical. As negociações são feitas individualmente, já que cada empresa possui receita e volume de funcionários próprios”, avalia o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá.

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Montamos uma linha de produção na 12ª edição do evento mais importante do setor de tintas.

Agradecemos aos 800 visitantes que estiveram em nosso stand ao longo dos três dias da Abrafati e puderam ver que nós não atuamos apenas no desenvolvimento e fabricação de equipamentos de produção. A nossa atuação também está voltada para o desenvolvimento de projetos de fábricas completas.

Agradecemos à todos pela visível credibilidade depositada em nosso trabalho. A presença de cada um de vocês nos fez acreditar ainda mais que: Quando não se é o maior, tem que se trabalhar duro, fazer as coisas certas e descobrir novas maneiras. Somente desta forma conseguimos trilhar o nosso caminho para o crescimento; surpreendendo, fazendo a diferença e conquistando o nosso lugar.

Até a próxima!

Quando uma empresa necessita de respostas rápidas e soluções precisas, ela busca a Moinho Pirâmide. Quando ela quer uma verdadeira parceria, ela procura a Moinho Pirâmide. Quando ela tem o sucesso desejado, ela vira Moinho Pirâmide.”
Junior Machado (Diretor Técnico)

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Caros usuários,

Conheçam o novo equipamento da Moinho Pirâmide.

Estação homogeneizadora anti precipitação para preparação, armazenamento ou controle de pesagem piloto ou laboratorial.

 

 

Produção de máquinas e equipamentos crescerá 6,2%

Projeção realizada pela Tendências Consultoria apontam que o setor de máquinas e equipamentos crescerá em média 6,2% ao ano até 2015. Para 2011, a perspectiva é contabilizar avanço de 5,4% e no ano que vem, 6%.

A empresa avalia que projetos programados pela Petrobras para o pré-sal e demais áreas do petróleo no Brasil até 2015 vão trazer impactos positivos na demanda por bens de capital voltados à extração e ao refino de petróleo nos próximos anos.

Com os investimentos previstos, a Petrobras calcula ainda que consumirá cerca de 5,7 milhões de toneladas de aço nos próximos quatro anos. A Tendências prevê alta de 12% na produção de aço bruto nacional em 2011, chegando a 36 milhões de toneladas. Até 2015, o crescimento médio esperado é de 7,5% ao ano, somando 208 milhões de toneladas.

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Caros usuários,

Recebemos muitas solicitações em nossas mídias sociais com dúvidas sobre as últimas mudanças no aviso prévio. Portanto, resolvemos fazer este post para elucidá-las.

Comunicamos que foi sancionada a Lei nº 12.506 de 11 de outubro de 2011, que altera o aviso-prévio. Serão acrescidos 3 (três) dias por ano de serviço prestado na mesma empresa, até o máximo de 60 dias. Como exemplo, o empregado com 21 anos de trabalho na mesma empresa, caso demitido, terá o direito ao aviso-prévio de 90 (noventa) dias.

A mesma regra se aplica ao empregado que pedir demissão.

Segue abaixo tabela explicativa de tempo de trabalho e período a ser cumprido de aviso-prévio(dias):

O aviso-prévio não será mais de 30 dias para todos os trabalhadores.

O trabalhador com um ano de emprego mantém os 30 dias, mas para cada ano adicional de serviço,a indenização aumenta em três dias,até o limite de 90.

Em caso de demissão voluntária, o empregado deve trabalhar pelo mesmo período ou indenizar a empresa, que também pode optar por liberar o empregado sem essa multa.

Para ter direito aos 90 dias de aviso-prévio, o funcionário deve ter 21 anos ou mais de registro na mesma empresa.

Esperamos ter ajudado. Por favor, qualquer dúvida é só enviar um email para marketing@moinhopiramide.com.br. Será um enorme prazer ajudá-lo.

Veja na íntegra: www.moinhopiramide.com.br/Lei12_506.pdf

A palestra no Rio de Janeiro com Junior Machado – Diretor Técnico da Moinho Pirâmide sobre Otimização de Processos Industriais foi ótima. Aliás, ótimo é pouco. Foi um sucesso total.
A Moinho Pirâmide, em conjunto com diversas empresas da cadeia de tintas, esteve presente no 3º Fórum Paint & Pintura de Tecnologia e Gestão em Tintas – Região Sudeste (Rio de Janeiro). O evento foi promovido e organizado pela revista Paint & Pintura, no auditório do Hotel Marina Palace – Leblon / Rio de Janeiro (RJ).

Apresentada por Junior Machado, respectivamente diretor técnico e de novos negócios da Moinho Pirâmide, a palestra “Otimização de Processos Industriais – Dispersão, Moagem e Projetos” foi um sucesso total. A palestra reuniu os principais fabricantes e players do mercado de tintas da região sudeste do país para informar sobre as novidades e últimos lançamentos em equipamentos industriais para fabricação de tintas imobiliárias, industriais, em pó, automotiva e gráficas.

“A disseminação das mais recentes tecnologias e inovações em equipamentos para fabricação de  tintas imobiliárias, automotivas e industriais é fundamental para o mercado, pois muitos empresários desconhecem nossos equipamentos e não possuem idéia de como é possível otimizar sua produção e obter uma economia significativa em todos os setores da fábrica.”, afirma Junior Machado (Diretor Técnico da Moinho Pirâmide).

Para que os processos de dispersão e moagem sejam satisfatórios, os equipamentos utilizados, esferas e discos, como também o controle de alguns parâmetros (vórtex, velocidade periférica, ajuste de fineza, entre outros) devem estar em total conformidade. Na moagem destaca-se o Moinho Horizontal Ultra Line. Aliado a isso, os projetos com sistema integrado de gestão, laboratório-fábrica oferecem segurança e eliminação de erros por meio do gerenciamento das etapas de fabricação do produto.

A disparada do dólar nas últimas semanas chegou ao bolso dos transformadores plásticos. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a Braskem e a Dow, as duas principais fornecedoras de resinas do mercado brasileiro, anunciaram nos últimos dias aumentos da ordem de R$ 600 a R$ 700 por tonelada neste mês. O valor equivale a um reajuste entre 10% e 15% para as diferentes resinas vendidas no mercado doméstico. Em setembro, o setor já havia anunciado alta de aproximadamente 5%, segundo a Associação.

O reajuste é explicado pela valorização do dólar, que tem duplo efeito sobre a indústria plástica brasileira. O primeiro é a elevação dos preços da resina importada e consequente ajuste dos fabricantes locais aos novos valores adotados internacionalmente. O segundo está no aumento dos custos dos fabricantes de resinas, cujas compras são baseadas em valores dolarizados. É o caso, por exemplo, da nafta importada ou da nafta fornecida pela Petrobras à Braskem, a qual tem referência de preços em dólar.

Para os transformadores, no entanto, o repasse tem efeito único de aumento de custos e perda de margens. “Esta situação somente amplia as pressões inflacionárias no mercado brasileiro, diminui a competitividade e aumenta a vulnerabilidade da indústria brasileira de transformação do plástico”, destaca em nota o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho.

A Associação destaca ainda que o reajuste anunciado para outubro está “totalmente fora do contexto internacional”, onde alguns preços chegaram a cair mais de 10% no último mês por conta das incertezas acerca do futuro de grandes economias. “A demanda mantém-se estagnada por uma crise de dimensões ainda não estimadas, e os preços tanto do petróleo quanto dos insumos utilizados para fabricação das resinas estão em queda”, ressalta a Abiplast.

A questão cambial, entretanto, tem efeito relevante no mercado brasileiro, onde as fabricantes adotam política comercial de manter valores alinhados àqueles usados pelos grandes grupos globais. A Braskem é a única fabricante de resinas como polietileno e polipropileno do País e a Dow é outra grande fornecedora, com vendas a partir de complexo instalado na Argentina.

De acordo com a Abiplast, os preços das resinas vendidas no Brasil permanecem quase 35% acima dos valores praticados no mercado internacional, consequência da existência de alíquotas de importação e direitos antidumping aplicados contra PVC e polipropileno importados.

Fonte: www.dgabc.com.br

Entregamos mais uma fábrica completa (estruturas metálicas e equipamentos) para fabricação de Pigmentos, Corantes e Dispersões Pigmentárias. A unidade fabril entregue iniciará suas atividades em novembro de 2011, e trata-se da mais nova fábrica da Transcor no Rio de Janeiro, montada e equipada pela Moinho Pirâmide.

Produzimos e desenvolvemos para este projeto industrial os mais modernos equipamentos do setor, tais como: dispersores de alta performance, tanques de dispersão, moinhos horizontais, tachos com acabamento de superfície anti contaminação microbiológica e diversos discos dispersores (cowles) de alta precisão.

A Moinho Pirâmide sente-se satisfeita e com a sensação de dever cumprido por ter participado da expansão da área fabril da Transcor, localizada no Rio de Janeiro, mais precisamente no Distrito Industrial de Santa Cruz. A empresa adquiriu a fábrica da BASF em 2007, com 16.300 m², e hoje, após a ampliação de 2.400 m², conta com uma área total de 18.700 m².

“Essa expansão consta de uma nova planta de dispersões de pigmentos composta por laboratório, fábrica e logística”, afirma Julio Delboni – Diretor Industrial.

Maiores informações: www.moinhopiramide.com.br/

A participação da Moinho Pirâmide na Abrafati 2011 tem o propósito de mostrar que a empresa não atua apenas no desenvolvimento e fabricação de equipamentos de produção. A atuação também está voltada para o desenvolvimento de projetos de fábricas completas com foco em fornecimento “turn key” (chaves na mão). O “turn key” não é um processo novo em nosso escopo de fornecimento.

Ao longo dos nossos 26 anos, mais de 350 empresas foram montadas em diversos países, tendo os seus projetos e instalações contempladas com estruturas metálicas inteligentes (plataformas e mezaninos), tecnologia de ponta e sistemas interligados, tais como: sistemas de organização e controle de matérias primas (armazenamento, entrada e saída) através de tanques e tubulações; sistemas automatizados de processamento, onde equipamentos como masseiras, moinhos, reatores e dispersores podem estar interligados, tendo as suas funcionalidades controladas por painéis de comando e sistemas supervisores eletro-eletrônicos completos; e por fim, sistemas de envase e etiquetação, onde o produto final pode ser embalado através de máquinas de envase específicas para produtos de baixa à alta viscosidade.

Além disso, a Moinho Pirâmide vem mostrar o novo sistema integrado (laboratório x fábrica), desenvolvido pelo setor de automação e projetos para controlar e ajustar o processo de desenvolvimento de produtos, oferecendo segurança e eliminação de erros nas etapas de fabricação.

Em relação aos equipamentos, já conhecidos pelo mercado de tintas, existem novas tecnologias empregadas para a melhoria das Máquinas de Envase e dos Moinhos Horizontais, que contam com sistema de selo mecânico e passagem Ultra Line. Outro fator importante é o acabamento de superfície anti contaminação microbiológica encontrado nos tanques, tachos e diversos equipamentos.

A atuação do Grupo Moinho Pirâmide também está voltada à comercialização de esferas de moagem de alta performance (Silicato de Zircônio, Ceria e Yttria).

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