Moinho Horizontal para fabricação de produtos químicos e têxteis.

Uma linha de Moinhos que pode ser utilizada nos mais variadas aplicações, tais como: tintas, vernizes, pigmentos, fungicidas, pesticidas, massas, pastas e muito mais.

Ideal para grandes, médias e pequenas fábricas. Equipamento com alta eficiência de moagem, baixo consumo de energia, fácil utilização e com características que garantem reduzir os custos da sua produção.

Pode ser utilizado para produtos de baixa, média ou alta viscosidade, adapatando-se às necessidades do processamento. Produzido em aço inox e com capacidade para: 15L, 20L, 30L, e 50L.

Utiliza um sistema exclusivo que reduz significativamente a emissão de VOC (Compostos Orgânicos Voláteis), promovendo a diminuição de perdas de matérias primas para o ambiente.

Entre em contato conosco e solicite a visita de um representante técnico. Nossos especialistas estão esperando para responder suas perguntas.

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País atrai 5% do fluxo global de investimentos produtivos.

O Brasil aumentou de forma significativa na última década sua capacidade de atrair investimentos produtivos de empresas estrangeiras. O país deverá receber mais de 5% do total de novos recursos aplicados por multinacionais em todo o mundo, de acordo com projeções da Sobeet (Sociedade Brasileira de Estudos e Empresas Transnacionais).

A reportagem é de Érica Fraga e Marina Schreiber e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 19-12-2011.

É pouco perto dos mais de 17% que serão destinados à China. Mas é o dobro do que o Brasil conseguiu atrair na década passada, em média. O bom desempenho da economia brasileira em meio à crise que afeta o mundo desde 2008 ajuda a explicar o salto no valor dos investimentos estrangeiros destinados ao país. “Houve uma mudança de destino dos investimentos no mundo a favor de países em desenvolvimento nos últimos anos”, afirma o economista Luis Afonso Lima, presidente da Sobeet.

Analistas estimam que o fluxo de recursos produtivos recebidos pelo Brasil atingirá US$ 65 bilhões neste ano, um aumento de 35% em relação ao ano passado.

A Sobeet calcula que o fluxo mundial de investimentos estrangeiros aplicados no setor produtivo ficará estável neste ano, próximo de US$ 1,2 trilhão. Projeções da consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit) indicam que o poder de atração exercido pelo Brasil sobre esses recursos aumentou 250% desde 2006, mais do que em outras economias emergentes.

O Brasil também recebeu neste ano bilhões de dólares na forma de empréstimos e aplicações em ações e outros investimentos financeiros, mas os recursos produtivos foram os que mais cresceram. Esse crescimento acelerado gerou suspeitas de que parte do dinheiro teria sido trazido pelas empresas de maneira disfarçada, para driblar impostos cobrados sobre aplicações financeiras.

Os recursos teriam entrado no Brasil como se fossem destinados à aquisição de empresas nacionais ou à ampliação de fábricas no país, mas teriam sido usados para lucrar com as elevadas taxas de juros praticadas no Brasil.

Mas os analistas acreditam que operações dessa natureza foram muito raras e atribuem o interesse dos investidores estrangeiros às transformações sofridas pelo mundo e pela economia brasileira nos últimos anos.

A expansão da classe média no Brasil contribuiu para atrair investidores interessados em explorar o potencial do mercado de consumo doméstico, segundo o consultor Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior.

O setor financeiro e a indústria de alimentos e bebidas estão entre as áreas que mais receberam recursos externos desde 2005, de acordo com o Banco Central. A forte demanda da China e de outros países emergentes por minérios e produtos agrícolas é outra explicação. “O fato de a China ter se tornado um importante investidor externo contribuiu para o recente aumento de investimentos no Brasil”, afirma Robert Wood, analista da consultoria EIU. Embora a economia brasileira continue atraindo grande volume de investimentos estrangeiros, analistas esperam uma queda em 2012 por causa do agravamento da crise externa.

Levantamento feito pela Sobeet com base em informações do jornal britânico “Financial Times” indicam uma perda de fôlego nos anúncios de novos investimentos produtivos para o Brasil. Crescimento muito acelerado gerou suspeitas de desvio

O aumento expressivo do fluxo de investimentos estrangeiros para o setor produtivo brasileiro neste ano levantou suspeitas de que parte desses recursos foi direcionada, na verdade, para aplicações financeiras. Analistas do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) acreditam que isso começou a ocorrer em outubro de 2010, quando o governo aumentou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 2% para 6%. A partir daí, o Ipea observou que a entrada de investimento para aplicações financeiras começou a diminuir, enquanto os investimentos produtivos passaram a aumentar em ritmo mais acelerado.

O Ipea destaca que, neste período, os investimentos produtivos ficaram mais voláteis, apresentando uma instabilidade comum às aplicações financeiras. Para o coordenador do Grupo de Análise e Previsões do Ipea, Roberto Messenberg, isso reforça suspeitas.

O advogado Alexandre Tadeu Navarro afirma que é relativamente simples montar operações que disfarcem aplicações financeiras como se fossem investimentos produtivos, mas elas são muito difíceis de rastrear.

Os especialistas acreditam que essas operações perderam força nos últimos meses, porque o Banco Central começou a reduzir a taxa de juros, diminuindo a rentabilidade das aplicações financeiras.

Fonte da Matéria: www.ihu.unisinos.br/

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Cai a procura por recursos do BNDES.

A desaceleração da economia que torpedeou os investimentos no segundo semestre refletiu-se nos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a aquisição de máquinas e equipamentos. O banco deve fechar o ano com variação em torno de zero nas liberações para bens de capital em relação a 2010, quando as linhas Finame e do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) desembolsaram R$ 51,9 bilhões.

O superintendente da Área de Operações Indiretas do BNDES, Claudio Bernardo de Moraes, disse que a estimativa do banco é fechar o ano com desembolso entre R$ 51 bilhões e R$ 52 bilhões nas linhas de bens de capital, que são um termômetro de curto prazo dos investimentos no País, sobretudo da indústria.

No início do ano, mesmo com a política de moderação do desembolso total do BNDES após o recorde de R$ 168 bilhões do ano passado, a expectativa era de crescimento entre 3% e 4% nas liberações da Finame e PSI.

“Nos últimos meses, a partir de agosto, a demanda por crédito na Finame e no PSI vem caindo bastante em relação ao ano passado. Novembro e dezembro, que são tradicionalmente de maior demanda, não serão iguais a 2010″, afirmou Moraes.

No mês passado, os desembolsos da Finame e do PSI somaram R$ 4,2 bilhões, uma queda de quase 10% em relação a novembro de 2010. Em dezembro, o BNDES também espera R$ 4,2 bilhões, cerca de 18% abaixo dos R$ 5,1 bilhões liberados no último mês de 2010. A diferença quase chega a R$ 1 bilhão.

Moraes lembra que o ambiente econômico era diferente em dezembro do ano passado, quando a economia cresceu 7,5% e houve uma corrida dos tomadores para aproveitar os juros subsidiados do PSI, cujas taxas foram reajustadas este ano.

Agora, a desaceleração da economia foi agravada pela crise internacional. “Esse movimento se refletiu na Finame e no PSI no segundo semestre.” Prorrogado até 2012 dentro do Plano Brasil Maior, a terceira fase do PSI tem um orçamento de R$ 75 bilhões. O BNDES deve fechar o ano com o desembolso de menos da metade desse total: R$ 32,5 bilhões.

Com isso, o banco tem caixa suficiente para manter o crédito subsidiado em 2012 sem a necessidade de novos empréstimos do Tesouro para esse fim.

Incentivos. Moraes não fala sobre o assunto, mas esse cenário pode mudar se o governo resolver retomar incentivos ao investimento com crédito barato do BNDES. O PSI é visto no banco como um fator que influenciou a decisão de investimento na recuperação da crise em 2008, mas o governo reluta em retomar o crédito subsidiado para não aumentar o custo fiscal do programa.

A participação das linhas do PSI no total de desembolsos do BNDES para ônibus e caminhões caiu de 95% em 2010 para 45% em 2011, já que a elevação das taxas subsidiadas para 10% voltaram a tornar atrativas as linhas da Finame, que não têm subsídio do Tesouro, gerando uma migração que manteve alto o nível total de financiamento. Em 2010, o Tesouro teve de equalizar operações que somaram R$ 27 bilhões nesse segmento. Este ano deve fechar em R$ 12,5 bilhões.

O subsídio seguiu mais forte no crédito para outros bens de capital, com 90% de participação do PSI, principalmente para micro, médias e pequenas empresas, que terão participação recorde no desembolso total do BNDES este ano. Nesse segmento, os juros foram mantidos em 6,5% ao ano.

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, conversa com o governo e representantes da indústria sobre possíveis medidas que retomem algumas vantagens perdidas do PSI, mas a determinação agora é esperar o efeito que o estímulo ao consumo poderá provocar no investimento industrial.

Fonte da Matéria: Revista Época Negócios

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Montamos uma fábrica completa para fabricação de tintas na Abrafati 2011. 

Moinho Pirâmide preparou para o evento uma inovação em equipamentos e implantação industrial, desde a dispersão e moagem até a montagem da fábrica completa participação da Moinho Pirâmide no Abrafati 2011 teve o propósito de mostrar que a empresa não atua apenas no desenvolvimento e fabricação de equipamentos de produção.

A atuação também está voltada para o desenvolvimento de projetos de fábricas completas com foco em fornecimento “turnkey” (chaves na mão). “O turnkey não é um processo novo em nosso escopo de fornecimento.

Ao longo dos nossos 26 anos, mais de 350 empresas foram montadas em diversos países, tendo os seus projetos e instalações contempladas com estruturas metálicas inteligentes (plataformas e mezaninos), tecnologia de ponta e sistemas interligados, como sistemas de organização e controle de matérias-primas (armazenamento, entrada e saída) por meio de tanques e tubulações; sistemas automatizados de processamento, onde equipamentos como masseiras, moinhos, reatores e dispersores podem estar interligados, tendo as suas funcionalidades controladas por painéis de comando e sistemas supervisores eletroeletrônicos completos; e por fim, sistemas de envase e etiquetação, onde o produto final pode ser embalado através de máquinas de envase específicas para produtos de baixa a alta viscosidade”, conta Junior Machado, diretor comercial da Moinho Pirâmide.

Além disso, a Moinho Pirâmide mostrou o novo sistema integrado de laboratório e fábrica desenvolvido pelo setor de automação e projetos para controlar e ajustar o processo de desenvolvimento de produtos. “Em relação aos equipamentos, já conhecidos pelo mercado de tintas, existem novas tecnologias empregadas para a melhoria das máquinas de envase e dos moinhos horizontais, que contam com sistema de selo mecânico e passagem Ultra Line.

Outro fator importante é o acabamento de superfície anticontaminação microbiológica encontrado nos tanques, tachos e diversos equipamentos. Também estamos voltados à comercialização de esferas de moagem de alta
performance”, conclui Machado.

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Tenha um ótimo Natal e um Ano Novo cheio de paz, saúde e prosperidade.

Agradecemos aos nossos parceiros, clientes e amigos por um ano de trabalho, cooperação, confiança e dedicação.

Desejamos que este novo ano seja o início da construção de um caminho repleto de realizações, amor, paz, alegria e esperança.

Que os sonhos, hoje apenas sonhos, num breve futuro se transformem em realidade.

Feliz Natal e Próspero Ano Novo.

Felicidade à todos!

Boas Festas!

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Com sistema que reduz significativamente a emissão de VOC (Compostos Orgânicos Voláteis), promove a diminuição de perdas de matérias primas para o ambiente.

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Metalúrgica de Mauá fecha abono de R$ 1.300,00

O Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá tem realizado assembleias todos os dias com a classe trabalhadora a fim de definir o valor do abono salarial. Os acordos são firmados individualmente, por empresa. Ontem, foi a vez da Jardim Sistemas, instalada em Mauá.

Na ocasião, 350 empregados aprovaram o abono no valor de R$ 1.300. Inicialmente, os metalúrgicos pediam R$ 1.500. “A negociação não foi difícil. No entanto, do ano passado para este, o quadro de funcionários da empresa cresceu, o que acaba barrando a negociação para abono maior”, aponta o presidente do sindicato, Cícero Firmino, o Martinha.

A base do sindicato é composta por cerca de 8.000 trabalhadores – o que soma 600 companhias. “Empresas maiores (cerca de 40) correspondem a 80% de toda a categoria”, explica o sindicalista.
Hoje mais três assembleias serão realizadas para a votação do benefício. Os 800 trabalhadores da Polimetri, de Mauá, votarão a proposta que será apresentada. Por enquanto, os trabalhadores recusaram o benefício de R$ 1.500,00.

Outra empresa metalúrgica que ainda não firmou o valor do abono é a Alcoa, de Santo André. Até agora, a companhia não propôs nenhuma quantia. “Por causa disso, provavelmente, os funcionários irão determinar estado de greve e votarão a decisão em assembleia. Mesmo assim, continuamos aguardando negociação”, enfatiza Martinha. O quadro de funcionários da companhia é composto por 400 pessoas.
PROTESTO – Desde ontem, os metalúrgicos da Tupi Fundições, de Mauá, realizam paralisação na produção, por duas horas, em todos os turnos. Na tarde de hoje, a classe trabalhista irá discutir quais serão os demais passos do protesto, uma vez que, recusaram o abono de R$ 500 (para aqueles que recebem até R$ 2.000), proposto pela empresa. “A ideia é que até janeiro consigamos fechar todos os abonos das empresas de nossa base sindical. As negociações são feitas individualmente, já que cada empresa possui receita e volume de funcionários próprios”, avalia o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá.

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Montamos uma linha de produção na 12ª edição do evento mais importante do setor de tintas.

Agradecemos aos 800 visitantes que estiveram em nosso stand ao longo dos três dias da Abrafati e puderam ver que nós não atuamos apenas no desenvolvimento e fabricação de equipamentos de produção. A nossa atuação também está voltada para o desenvolvimento de projetos de fábricas completas.

Agradecemos à todos pela visível credibilidade depositada em nosso trabalho. A presença de cada um de vocês nos fez acreditar ainda mais que: Quando não se é o maior, tem que se trabalhar duro, fazer as coisas certas e descobrir novas maneiras. Somente desta forma conseguimos trilhar o nosso caminho para o crescimento; surpreendendo, fazendo a diferença e conquistando o nosso lugar.

Até a próxima!

Quando uma empresa necessita de respostas rápidas e soluções precisas, ela busca a Moinho Pirâmide. Quando ela quer uma verdadeira parceria, ela procura a Moinho Pirâmide. Quando ela tem o sucesso desejado, ela vira Moinho Pirâmide.”
Junior Machado (Diretor Técnico)

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Caros usuários,

Conheçam o novo equipamento da Moinho Pirâmide.

Estação homogeneizadora anti precipitação para preparação, armazenamento ou controle de pesagem piloto ou laboratorial.

 

 

  • Yara Mendes: Caro Roger, bom dia. Primeiramente, muito obrigado pelo interesse em nossa empresa. Enviamos tudo [...]
  • Roger Mori: Bom dia, Estou iniciando uma pequena empresa de tintas, com isso estou buscando maquinas de valor [...]
  • Yara Mendes: Caro Fabrizio, boa noite. Primeiramente, muito obrigado pelo interesse em nossa empresa. Enviamo [...]
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